Campanha do CONAR para dividir opinião pessoal do ofensivo

Os debates nas redes sociais têm crescido constantemente e as pessoas estão expondo cada vez mais suas opiniões. Existe a galera que luta por diversas causas, os que são contra o “politicamente correto” e os que estão ali só para compartilhar memes.

Com tanta gente e pensamentos diferentes, já pensou que loucura seria fazer publicidade para agradar a todos? Loucura, né?!

Para isso existe o CONAR – Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária – que determina o que é ofensivo, antiético ou o que simplesmente desagrada. Para mostrar isso, eles criaram uma campanha juntamente com a AlmapBBDO leve e divertida que mostra essas diversas formas de fazer publicidade dentro dos limites do correto. O objetivo é mostrar que para a população existe um órgão com autoridade para regulamentar os conteúdos que circulam na propaganda brasileira. A campanha é composta por dois filmes, anúncios impressos e spot para rádio.

Assista aos vídeos:

P&G emociona em campanha sobre racismo

Uma das melhores estratégias para conquistar o público é usando o afeto e carinho nas campanhas, mas se for amor de mãe, o sucesso é certo. A P&G, que já fez campanhas muito bem aceitas pelo público, como “Obrigado, Mãe” com atletas olímpicos e “TouchOfCare” sobre os transgêneros, acertou mais uma vez ao comunicar a sua marca e conversar sobre assuntos atuais.

O filme que vem acompanhando o projeto “My Black is Beatiful” que foi criado em 2006 por um grupo de mulheres negras da própria companhia. O coletivo tem a missão de mostrar ao grande público que é possível crescer em um país racista como os Estados Unidos. O grupo convidou a BDDO de Nova Iorque para um vídeo que mostra a mesma conversa que as mães negras têm com as filhas em várias épocas.

Com um início forte, o anúncio começa com uma mãe arrumando a filha de frente para o espelho. Por um segundo ela para, ouve algo que lhe desagrada e pergunta: “Quem disse isso? ”. A menina sem entender direito o que era racismo responde calmamente que foi a “A senhora na loja”. A partir daí a peça expõe em diálogos familiares como a intolerância altera e machuca milhões de vida. Confira abaixo os dois cortantes minutos que mesmo tendo um tema de época são mais atuais do que nunca:

“A grande publicidade abre corações e muda de mentes, mas não precisa parar por aí. Acreditamos que a grande publicidade pode inspirar mudanças reais e duradouras. Essa é a aspiração de “The Talk”, disse o diretor de comunicações da empresa global da P&G, Damon Jones, em um comunicado.

Ficha Técnica

Chief Creative Officer, Worldwide: David Lubars
Chief Creative Officer, New York: Greg Hahn
Creative Director: Marcel Yunes, Rick Williams
Creative Director: Rick Williams
Associate Creative Director: Nedal Ahmed
Associate Creative Director: Bryan Barnes
EVP, Global Account Leader: Anita May
EVP, Group Planning Director: Sangeet Pillai
Director of Integrated Production: David Rolfe
Executive Producer: Dan Blaney
Senior Producer: Whitney Collins
Executive Music Producer: Melissa Chester
Senior Integrated Business Manager: Matt Friday
Production Company: The Corner Shop
Director: Malik Vitthal
Exec Producer: Anna Hashmi
Director of Photography: Lasse Frank
Production Designer: Wynn Thomas
Costume Designer: Isis Mussenden
Producer/ Head of Production: Jessica Miller
Line Producers: Stephen Love & Blake Pickens
Editorial: Work Editorial
Lead Editor: Rich Orrick
Editor: Theo Mercado
Producer: Jamie Lynn Perritt
Executive Producer: Erica Thompson
VFX Studio: The Mill NY
2D Lead: Jeff Robins
Producer: Sophie Mitchell
Executive Producer: Rachael Trillo
Music: Pulse Music NY
Composers: Julia Piker & Dan Kuby
Producer: Steve Grywalski
Executive Producer: Dan Kuby
Sound Design: Trinite Studios
Sound Designer: Brian Emrich
Mixing Studio: Heard City
Mixer: Phil Loeb and Keith Reynaud
Producer: Sasha Awn & Andi Lewis
Color Grade/Transfer: Company 3
Producer: Clare Movshon & Alex Lubrano
Colorist: Sofie Borup Agency Partners
Multicultural Strategic Communications: Egami Consulting Group
CEO: Teneshia Jackson Warner
Senior Strategic Advisor: Cheryl Overton
Vice President: Liv Lewis
Media: Hearts & Science
Website: Barefoot Proximity
Multi-Cultural/Collateral: Burrell Communications
P&G My Black is Beautiful
Chief Brand Building Officer: Marc Pritchard
Director: Kristine Decker
Associate Brand Director: Betsy Bluestone
Brand Manager: Verna Coleman-Hagler
Randall Smith: BBIC
John Lick: BBIC
Senior Manager Communications: Crystal Harrell
CMK: Brittany Body

Uma ação interna da David virou anúncio da DM9 para a Veja

Na semana passada, um anúncio curioso de uma página saiu na revista Veja. A ação interna criada pela David para a Coca-Cola para o Dia Internacional do Orgulho LGBT (relembre aqui) foi parar na propaganda. A explicação é a seguinte: a peça faz parte de uma campanha criada pela DM9, agência da revista, para promover a tiragem, o poder de penetração e alcance da Veja, com sua tiragem de 1,2 milhão de exemplares. A ideia é toda semana destacar o fato de maior repercussão e encaixar neste mesmo conceito. Quem explicou a ação ao Adnews foi o próprio Nizan Guanaes, na rápida entrevista abaixo.

Qual foi o insight da criação da campanha da Veja para promover a sua tiragem?
O insight foi de aproveitar um assunto que teve destaque na semana e mostrar que ele anunciado na revista Revista Veja, com a sua tiragem de 1,2 milhão de exemplares, alcança e tem o poder de impactar 6,7 milhões de leitores. A peça segue o conceito “tudo que sai na Veja tem outra repercussão”. Isso faz da Veja a segunda maior revista semanal do mundo.

Quais serão os outros desdobramentos que ainda estão por vir?
Toda semana vamos escolher um assunto em destaque, e o que gera buzz, como a ação da Coca-Cola para o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Seguimos mesma estratégia nos anúncios que fizemos, há duas semanas, para os veículos impressos do trade, onde colocamos fotos de grandes publicitários brasileiros premiados em Cannes como Marcelo Ramos, PJ Pereira e Miguel Bemfica. A mensagem era que suas vitórias ficaram 6,7 milhão de vezes maiores na Veja.

Além ter sido bastante interessante a DM9 ter criado uma peça com base na sacada da David, a campanha parece servir para mostrar a força da propaganda nacional, que conseguiu gerar o assunto da semana no país. É isso mesmo?
Na verdade, nosso objetivo é usar a própria Veja para divulgar um dos maiores ativos que a revista tem: a sua inacreditável tiragem. Esse é o ativo que tem que ser realçado e não tem lugar melhor pra bombar do que na própria Veja. Usamos a ação da Coca Cola no anúncio, pois era o assunto mais falado no momento, mas isso não significa que falaremos de propaganda nos próximos assuntos. Vamos falar de assuntos que viram buzz e mostrar que na Veja a repercussão é ainda maior e que a melhor plataforma que existe para a Veja é a própria Veja.

Gerar buzz é essencial para a mídia impressa, que precisa mostrar que continua viva e pulsante? Parte da ideia da campanha de Veja advém disso?
O poder da mídia impressa segue enorme. Prova disso é a repercussão dessa campanha e de tudo que sai impresso na Veja, na Folha, no Valor, na Exame, no Estadão, na Época, etc.

Qual é o balanço que você pode fazer do cenário da mídia impressa hoje, com seus principais desafios e oportunidades?
Os veículos impressos estão em pleno processo de evolução. O digital trouxe desafios óbvios, mas é óbvio também que deu outra força aos veículos impressos, que hoje atingem um público muito maior que antes.

Material da Escola de Bauhaus está disponível gratuitamente para download

Bauhaus foi uma escola de artes da Alemanha, fundada em 1919 pelo arquiteto Walter Gropius, em Weimar. Lá encontrava-se diversas matérias como: arquitetura, pintura, escultura, desenho industrial e foi a responsável por revolucionar o design moderno.

O visual limpo e simples que muitas marcas aderiram surgiu a partir dos estudos desenvolvidos em Bauhaus. A escola foi fechada por Adolf Hitler, em 1933, mas hoje é possível baixar gratuitamente alguns dos materiais da escola graças à Biblioteca Kandinsky, que disponibilizou o material (mas tudo está em alemão). Para conferir, clique aqui.

Caso tenha dificuldades para baixar os arquivos, clique no título da obra, na ficha técnica, selecione a opção “accéder au document numérique” e tcharannn! Você será direcionado para a página com pdf.

Esporte, arte e cultura: Nike transforma quadra de basquete em ponto turístico em Paris

Esporte, arte e cultura são elementos fundamentais para uma sociedade melhor, mas parece uma tarefa complicada juntar os três conceitos em uma única coisa. A partir de uma ideia simples e genial, a Nike conquistou a mídia espontânea e ressaltou as marcas por trás do trabalho realizado no boêmio bairro de Pigalle, em Paris: uma loja de modas vizinha do local da ação, com o III-estúdio.

O projeto é uma incrível e colorida revitalização de uma quadra de basquete, localizada entre dois blocos residenciais históricos da capital francesa. As cores que antes eram desbotadas e agredidas pelo tempo foram coloridas com gradientes em azul, rosa, roxo e laranja. O resultado é tão positivo que já começou a atrair turistas e o público local para visitar, jogar e tirar fotos, para a alegria dos instagrammers.

Confira as imagens abaixo clicadas por Sébastien Michelini.

Você sabe quanto custou alguns logos famosos?

Você já parou para pensar em quem criou os logos mais famosas e o quanto essas pessoas ganharam por isso? Agora imagina criar uma logo para uma marca e depois de algum tempo essa marca ser uma das mais famosas e bem-sucedidas do mundo e que você perdeu uma grande chance de ter ficado milionário. Foi o que aconteceu com a designer americana Carolyn Davidson, responsável por criar o icônico logo da Nike.

Na época da criação ela só recebeu 35 dólares pelo trabalho, a fama e reconhecimento vieram mais tarde. E a Nike não gastou milhões de dólares e muitos meses pensando no logo perfeito, tudo foi trabalho de uma única pessoa e poucas horas.

Em 1971, Carolyn era uma estudante de design gráfico da Portland State University. Ela conheceu, então, Phil Knight, um professor assistente da universidade que estava criando uma nova companhia de tênis esportivos e precisava do seu logo. Essa empresa viria a ser a Nike. Phil pagou dois dólares por hora para a jovem estudante desenhar a marca do seu negócio.

Carolyn veio com a ideia do Nike Swoosh, a marca de “checado” ou “correto” que indicava movimento e velocidade. Também parecia uma asa, que remetia à deusa grega Nike, a deusa da vitória. Como ela gastou apenas 17 horas e meia no projeto, recebeu 35 dólares. Ainda demoraria alguns anos para que todos percebessem o quanto aquele simples símbolo representaria para a história do design e do marketing.

Mais tarde, em 1983, a sua contribuição essencial para a Nike foi reconhecida: ganhou uma festa surpresa em sua homenagem. Ela ainda recebeu 500 ações da empresa e foi presenteada com um anel de ouro e diamantes que trazia, claro, o Nike Swoosh.

E agora, ficou aquela curiosidade pra saber quanto custou outros logos famosos, né?!
Separamos alguns para você.

 

  1. Pepsi

O novo logo da Pepsi foi desenhado pelo Grupo Arnell, uma reconhecida empresa de design e criação de marcas, em 2008. O preço inclui um pacote completo de renovação de marca, embora ninguém tenha reparado muito isso. O logo custou 1.000,000 de dólares

 

  1. Coca-Cola

O famoso logo da Coca-Cola foi criado por Frank Mason Robinson, em 1885. Na época, Mason era escriturário de John Pemberton, o criador da bebida, e teve a ideia de fazer o logo com a letra cursiva. A fonte usada, conhecida como Spencerian Script, foi desenvolvida no meio do século 19 e era a forma dominante da escrita à mão nos Estados Unidos na época. E não custou absolutamente nada.

 

  1. Google

Criado em 1998 por Sergey Brin, um dos próprios fundadores da companhia. O logo já sofreu algumas alterações, mas nada que tirasse o conceito e identidade da marca. O logotipo também ganha versões divertidas em datas especiais, que são chamadas de doodles. Como foi feito por um dos fundadores, o logo não custou nada.

 

  1. Olimpíadas de Londres 2012

Desenhado pela agência londrina de design de marcas Wollf Ollins, em 2007, o logo dos Jogos Olímpicos de Londres causou ~polêmica~. Teve gente que viu a suástica, pessoas em ato sexual e até a palavra “ZOR”. Foi cobrado pelo logo apenas 625.000 dólares.

 

 

 

 

 

5 dicas para combater o bloqueio criativo

Tudo certo para começar o job ou desenvolver aquele texto e de repente, cadê a criatividade?! Não se preocupe, você não está sozinho nessa. Separamos algumas boas dicas para te ajudar a desbloquear a criatividade.

  1. Respire

Calma, não é o fim do mundo, respira fundo e e relaxa. Muitas vezes, forçar o trabalho em meio a um bloquei criativo não resulta em nada e pode não sair o seu melhor.

Levante da cadeira, vá tomar um ar. Fique longe do computador por pelo menos 5 minutos. Talvez seja o tempo para criatividade voltar.

  1. Inspire-se.

Para abrir os horizontes é sempre bom dar uma olhadinha em outros trabalhos, entre nas redes sociais de designers, redatores e veja o que eles têm feito. Não precisamos nem falar que não é pra copiar outras artes, né?! Mas talvez um detalhe ou outro pode te ajudar a “desempacar”

  1. Faça outra coisa.

Não se desespere, se não está conseguindo avançar, tente adiantar outro job. Mas se o bloqueio criativo for tão grande a ponto de lhe travar para todos seus projetos, tente se ocupar em outra atividade, por pelo menos meia hora. Uma boa caminhada, ler alguma coisa de assuntos variados ou até uma deliciosa pipoca de micro-ondas pode te ajudar a despertar a criatividade.

  1. Mude o local de trabalho.

Calma, não peça demissão. Se for possível, troque de sala ou home-office. Caso trabalhe com um notebook, tente trabalhar em outro lugar da empresa ou até em casa. Já pensou em trabalhar em algum lugar público com acesso à internet, como uma praça de alimentação ou cafeteria?!

 

  1. Use suas habilidades de design em outras coisas.

Qual sua especialidade? Web design? Brinque um pouco com design gráfico. Ilustração? Experimente design de interiores. Muitas vezes ficamos atrelados apenas a uma função, o que pode levar à fadiga. Tentar coisas novas estimula a criatividade. Uma pequena escapada na rotina nos tira do “piloto-automático” e pode ser uma bela arma contra o bloqueio criativo.

Usa algum método diferente dos listados aqui? Compartilhe sua experiência com a gente!