Caixas cortadas para contar histórias do Pizza Hut

Final de semana chegando e o lanche mais comum é a pizza, ela reúne os amigos, resolve o problema quando alguém não quer cozinhar, serve até para uma reunião de negócios. Pizza é tão bom que existe até aquele bordão quando algo não é resolvido como deveria, o “acabou em pizza”, afinal, quem prefere enfrentar um problema ao comer uma bela com bordas recheadas?!

Foi a partir daí que o Pizza Hut Malásia pensou na nova campanha. Criada pela Ogilvy Malásia, as caixas foram recortadas e transformadas em histórias para contar os causos que já aconteceram por trás dos pedidos de entrega.

Dentre essas histórias, tem aquelas vezes que chegam convidados de surpresa, quando a comida dá errado, ou quando não tem tempo nem de cozinhar. Afinal, qual dessas nunca aconteceu com nós, meros mortais?

Confira algumas das caixas abaixo:

Fonte: http://adnews.com.br/midia/pizza-hut-corta-suas-caixas-para-contar-seus-contos-de-entrega.html

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Ki-Suco está de volta com paródia e vídeo no Youtube com Whindersson Nunes

Lembra do Ki-Suco, aquele pacotinho de suco em pó que fez o maior sucesso nos anos 80 e 90 por ser bem barato e que rendia muuuito? Ele voltou!

Sim, é verdade, a Kraft Heinz anunciou que está relançando o produto com nova fórmula no Brasil, inicialmente, a produção do suco ficará por conta de terceiros, mas que a ideia é produzi-lo nas fábricas próprias em pouco tempo.

O retorno do suco que a criançada amava é resultado de um projeto de expansão da Kraft Heinz pelo país. Eles anunciaram a nova fábrica no Brasil, que será em Goiás, com investimentos estimados em quase R$400 milhões.

 

 

Para divulgação do retorno, a campanha é composta por comercial para TV e Internet, com as frutas em uma paródia divertida da música “Brincadeira de Criança”, do grupo Molejo.

No vídeo, frutas animadas como limão, maracujá, laranja e entre outras que representam os sabores do refresco, cantam frases como “Bom é se refrescar com Ki-Sucão”. Assista:

 

 

Se nos anos 80 e 90 o Ki-Suco era reconhecido pelo preço baixo e a capacidade de rendimento, agora a empresa precisa lidar com um público mais preocupado com a saúde, porém ainda desejando pagar pouco.

Além do comercial, a campanha conta com um empurrãozinho de um dos youtubers mais famosos do Brasil, o Whindersson Nunes. No vídeo ele faz uma comparação das crianças de antigamente e as de hoje além de relembrar o sucesso que o Ki-Suco fez no passado e conta a novidade. Veja:

 

Fonte: https://geekpublicitario.com.br/20546/ki-suco-de-volta/

CONAR avalia denúncia do …. Próprio CONAR

As campanhas e comerciais têm se tornado assuntos cada vez mais falados, e com a internet, ficou ainda mais fácil o acesso e opiniões de diferentes públicos. Com esse movimento, o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação) tem recebido muitas denúncias, e por incrível que pareça, uma dessas é sobre sua própria campanha “Opções” assinada pela AlmapBBDO.

O trabalho conta com dois filmes, ambos dividem a tela em duas partes, mostrando elementos visualmente opostos, enquanto a narração diz: “já pensou se todo comercial tivesse que ter opções para agradar a todo mundo? Por isso que existe o Conar. Para separar o que é gosto pessoal do que é ofensivo e ilegal”.

Um dos vídeos mostra duas famílias no café da manhã. Na mesma mesa e ambiente, os movimentos são parecidos, mas tem diferenças fundamentais. Um lado da tela mostra um casal heterossexual, um filho acima do peso comendo chocolate e uma filha acariciando um gatinho. O outro exibe um casal homoafetivo de mulheres, com um filho mais magro e uma filha que faz carinho em um lagarto.

De acordo com as críticas do público em geral e a opinião de alguns profissionais do mercado, tratar como “gosto pessoal” movimentos de comunicação que podem ser encarados como preconceito e discriminação é um retrocesso com relação aos debates relativos a diversidade e representatividade que o mercado tem tentado enriquecer.

O Conar está avaliando ainda a possibilidade de abrir processo para julgar o viés de sua própria campanha publicitária.

 

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/conar-podera-julgar-campanha-do-proprio-conar/

Lacta está de cara nova e dessa vez, mais colorida e vibrante

A Lacta está de cara nova!

Todo o portfólio da marca líder em chocolates no país, como Diamante Negro, Laka, Shot, Sonho de Valsa, Bis e 5Star trazem uma embalagem mais vibrante e colorida, e o novo logo que remete às origens da marca que há 105 anos faz parte das nossas vidas ❤

A criação da nova identidade é da agência britânica Design Bridge e foi desenvolvida ao longo dos últimos dois anos, buscando reforçar a identificação dos pequenos momentos de alegria diários dos consumidores.

“ Toda a mudança de visual vem para renovar o posicionamento de Lacta como masterbrand. Os confetes coloridos, por exemplo, na forma de sementes de cacau, são em cores que representam cada uma das marcas; e a imagem do produto mordido é um convite ao consumidor para explorar a alegria de Lacta”, complementa Claire Parker, diretora executiva de criação da Design Bridge.

A nova cara da marca visa levar ao ponto de venda um estilo mais moderno da companhia, reforçando os produtos da empresa. “Queremos lembrar ao consumidor que a experiência de compra de chocolates pode ser tão convidativa quanto o momento do consumo em si”, afirma Adriana Nogueira, gerente de Equity Lacta para América Latina.

Fonte: https://geekpublicitario.com.br/22076/novas-embalagens-lacta/

Campanha do CONAR para dividir opinião pessoal do ofensivo

Os debates nas redes sociais têm crescido constantemente e as pessoas estão expondo cada vez mais suas opiniões. Existe a galera que luta por diversas causas, os que são contra o “politicamente correto” e os que estão ali só para compartilhar memes.

Com tanta gente e pensamentos diferentes, já pensou que loucura seria fazer publicidade para agradar a todos? Loucura, né?!

Para isso existe o CONAR – Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária – que determina o que é ofensivo, antiético ou o que simplesmente desagrada. Para mostrar isso, eles criaram uma campanha juntamente com a AlmapBBDO leve e divertida que mostra essas diversas formas de fazer publicidade dentro dos limites do correto. O objetivo é mostrar que para a população existe um órgão com autoridade para regulamentar os conteúdos que circulam na propaganda brasileira. A campanha é composta por dois filmes, anúncios impressos e spot para rádio.

Assista aos vídeos:

 

Fonte: http://adnews.com.br/publicidade/sabe-qual-diferenca-entre-gosto-pessoal-e-conteudo-ofensivo-o-conar-te-mostra.html

P&G emociona em campanha sobre racismo

Uma das melhores estratégias para conquistar o público é usando o afeto e carinho nas campanhas, mas se for amor de mãe, o sucesso é certo. A P&G, que já fez campanhas muito bem aceitas pelo público, como “Obrigado, Mãe” com atletas olímpicos e “TouchOfCare” sobre os transgêneros, acertou mais uma vez ao comunicar a sua marca e conversar sobre assuntos atuais.

O filme que vem acompanhando o projeto “My Black is Beatiful” que foi criado em 2006 por um grupo de mulheres negras da própria companhia. O coletivo tem a missão de mostrar ao grande público que é possível crescer em um país racista como os Estados Unidos. O grupo convidou a BDDO de Nova Iorque para um vídeo que mostra a mesma conversa que as mães negras têm com as filhas em várias épocas.

Com um início forte, o anúncio começa com uma mãe arrumando a filha de frente para o espelho. Por um segundo ela para, ouve algo que lhe desagrada e pergunta: “Quem disse isso? ”. A menina sem entender direito o que era racismo responde calmamente que foi a “A senhora na loja”. A partir daí a peça expõe em diálogos familiares como a intolerância altera e machuca milhões de vida. Confira abaixo os dois cortantes minutos que mesmo tendo um tema de época são mais atuais do que nunca:

“A grande publicidade abre corações e muda de mentes, mas não precisa parar por aí. Acreditamos que a grande publicidade pode inspirar mudanças reais e duradouras. Essa é a aspiração de “The Talk”, disse o diretor de comunicações da empresa global da P&G, Damon Jones, em um comunicado.

Ficha Técnica

Chief Creative Officer, Worldwide: David Lubars
Chief Creative Officer, New York: Greg Hahn
Creative Director: Marcel Yunes, Rick Williams
Creative Director: Rick Williams
Associate Creative Director: Nedal Ahmed
Associate Creative Director: Bryan Barnes
EVP, Global Account Leader: Anita May
EVP, Group Planning Director: Sangeet Pillai
Director of Integrated Production: David Rolfe
Executive Producer: Dan Blaney
Senior Producer: Whitney Collins
Executive Music Producer: Melissa Chester
Senior Integrated Business Manager: Matt Friday
Production Company: The Corner Shop
Director: Malik Vitthal
Exec Producer: Anna Hashmi
Director of Photography: Lasse Frank
Production Designer: Wynn Thomas
Costume Designer: Isis Mussenden
Producer/ Head of Production: Jessica Miller
Line Producers: Stephen Love & Blake Pickens
Editorial: Work Editorial
Lead Editor: Rich Orrick
Editor: Theo Mercado
Producer: Jamie Lynn Perritt
Executive Producer: Erica Thompson
VFX Studio: The Mill NY
2D Lead: Jeff Robins
Producer: Sophie Mitchell
Executive Producer: Rachael Trillo
Music: Pulse Music NY
Composers: Julia Piker & Dan Kuby
Producer: Steve Grywalski
Executive Producer: Dan Kuby
Sound Design: Trinite Studios
Sound Designer: Brian Emrich
Mixing Studio: Heard City
Mixer: Phil Loeb and Keith Reynaud
Producer: Sasha Awn & Andi Lewis
Color Grade/Transfer: Company 3
Producer: Clare Movshon & Alex Lubrano
Colorist: Sofie Borup Agency Partners
Multicultural Strategic Communications: Egami Consulting Group
CEO: Teneshia Jackson Warner
Senior Strategic Advisor: Cheryl Overton
Vice President: Liv Lewis
Media: Hearts & Science
Website: Barefoot Proximity
Multi-Cultural/Collateral: Burrell Communications
P&G My Black is Beautiful
Chief Brand Building Officer: Marc Pritchard
Director: Kristine Decker
Associate Brand Director: Betsy Bluestone
Brand Manager: Verna Coleman-Hagler
Randall Smith: BBIC
John Lick: BBIC
Senior Manager Communications: Crystal Harrell
CMK: Brittany Body

Uma ação interna da David virou anúncio da DM9 para a Veja

Na semana passada, um anúncio curioso de uma página saiu na revista Veja. A ação interna criada pela David para a Coca-Cola para o Dia Internacional do Orgulho LGBT (relembre aqui) foi parar na propaganda. A explicação é a seguinte: a peça faz parte de uma campanha criada pela DM9, agência da revista, para promover a tiragem, o poder de penetração e alcance da Veja, com sua tiragem de 1,2 milhão de exemplares. A ideia é toda semana destacar o fato de maior repercussão e encaixar neste mesmo conceito. Quem explicou a ação ao Adnews foi o próprio Nizan Guanaes, na rápida entrevista abaixo.

Qual foi o insight da criação da campanha da Veja para promover a sua tiragem?
O insight foi de aproveitar um assunto que teve destaque na semana e mostrar que ele anunciado na revista Revista Veja, com a sua tiragem de 1,2 milhão de exemplares, alcança e tem o poder de impactar 6,7 milhões de leitores. A peça segue o conceito “tudo que sai na Veja tem outra repercussão”. Isso faz da Veja a segunda maior revista semanal do mundo.

Quais serão os outros desdobramentos que ainda estão por vir?
Toda semana vamos escolher um assunto em destaque, e o que gera buzz, como a ação da Coca-Cola para o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Seguimos mesma estratégia nos anúncios que fizemos, há duas semanas, para os veículos impressos do trade, onde colocamos fotos de grandes publicitários brasileiros premiados em Cannes como Marcelo Ramos, PJ Pereira e Miguel Bemfica. A mensagem era que suas vitórias ficaram 6,7 milhão de vezes maiores na Veja.

Além ter sido bastante interessante a DM9 ter criado uma peça com base na sacada da David, a campanha parece servir para mostrar a força da propaganda nacional, que conseguiu gerar o assunto da semana no país. É isso mesmo?
Na verdade, nosso objetivo é usar a própria Veja para divulgar um dos maiores ativos que a revista tem: a sua inacreditável tiragem. Esse é o ativo que tem que ser realçado e não tem lugar melhor pra bombar do que na própria Veja. Usamos a ação da Coca Cola no anúncio, pois era o assunto mais falado no momento, mas isso não significa que falaremos de propaganda nos próximos assuntos. Vamos falar de assuntos que viram buzz e mostrar que na Veja a repercussão é ainda maior e que a melhor plataforma que existe para a Veja é a própria Veja.

Gerar buzz é essencial para a mídia impressa, que precisa mostrar que continua viva e pulsante? Parte da ideia da campanha de Veja advém disso?
O poder da mídia impressa segue enorme. Prova disso é a repercussão dessa campanha e de tudo que sai impresso na Veja, na Folha, no Valor, na Exame, no Estadão, na Época, etc.

Qual é o balanço que você pode fazer do cenário da mídia impressa hoje, com seus principais desafios e oportunidades?
Os veículos impressos estão em pleno processo de evolução. O digital trouxe desafios óbvios, mas é óbvio também que deu outra força aos veículos impressos, que hoje atingem um público muito maior que antes.